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Notícias › 14/06/2019

Papa Francisco agradece ao Panamá pela JMJ 2019 e faz uma previsão

Ao receber um grupo de peregrinos panamenhos na manhã quinta-feira, o Papa Francisco lhes agradeceu por realizar a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no Panamá em janeiro de 2019 e fez uma bela previsão.

“Eu agradeço por esta visita porque expressa gratidão. O senhor Arcebispo (do Panamá, Dom José Domingo Ulloa) manifestou a gratidão de um povo, neste caso concentrada em mim, mas é uma gratidão mútua, entre todos. Em suas palavras, você agradece a cada um dos panamenhos também, cada um da Cúria aqui, a todos nós que trabalhamos. É bom agradecer mutuamente”, disse o Santo Padre na Sala do Consistório do Palácio Apostólico do Vaticano.

“Obrigado a todos vocês que tornaram tudo isso possível, e se preparem para a segunda viagem que, certamente… um meu sucessor convocará daqui a 150 anos! Nenhum problema! Muito obrigado!”, previu o Pontífice.

O Papa também recordou a importância de agradecer no matrimônio. “Olhem, existem três palavras mágicas: permissão, não ser invasivo; obrigado, agradecer ao cônjuge continuamente; e perdão, quando fizer algo errado, peça perdão”, assinalou.

Francisco disse também: “Sou muito grato pelo que vi: um povo nobre, repito, e a nobreza não se compra, se gera, se herda, se respira e se vive. Ou você é nobre ou não é. Um certificado não lhe dá a nobreza. Eu encontrei um país nobre”.

“Sabemos que a América Latina está muito ameaçada por coisas que tendem a quebrar essa nobreza. Esta nobreza que vem do nosso sangue. Que a Virgem nos defenda disso”, acrescentou.

Depois de destacar a importância do diálogo entre os jovens e os avós, o Santo Padre encorajou os panamenhos a darem frutos “a partir das raízes, não da primeira teoria vendida pelo império. Não, isso não. Não deixem que entrem nisso as colonizações ideológicas, que são aquelas que matam a nobreza. Essa ponte ajudará a própria identidade”.

O Pontífice destacou também a importância do encontro com afrodescendentes e indígenas, algo que serve para integrar as raízes. “Fiquei muito feliz no Panamá, fiquei muito feliz. Respirava-se normalidade, ternura, uma coisa muito bonita”, concluiu.

Via ACI Digital

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